vendredi, avril 28, 2006

wake up the dawn
and ask her why
a dreamer's dream
she never dies



acho que quando a gente começa a se sentir bem, se sentir capaz de fazer qualquer coisa, de poder ter qualquer coisa, tudo começa a melhorar.

fui à uma entrevista de estágio na quarta-feira, dia 26, lá na vila olímpia. achei que tinha ido bem e tal, mas as experiências anteriores me ensinaram a não ficar esperando por muito e o otimisto recente me ensinou a não perder a fé. então, minha entrevistadora disse que me daria resposta de sim ou não no dia seguinte.
ontem acordei tarde pra variar, mas esperava uma ligação pela manhã, que não veio. esperei à tarde, até minha mãe ligou pra saber se eu tinha conseguido. mas nada de ligação.
fui tomar banho com o celular no banheiro. mas ainda nada.
enquanto estava me arrumando pra ir pra faculdade, uns 15 minutos antes da van chegar em casa, meu celular toca. aí o coração acelera e eu penso: "é agora ou nada", depois de ver que não tinha número porque o telefone é de pabx...

- blá blá blá... você acha que dá conta?
- tenho certeza
- e você quer trabalhar com a gente?
- claro!
- então, parabéns, eu escolhi você!

na verdade, eu nem sei o que escrever. gosto de ter palavras na ponta da língua, ou nesse caso, na ponta dos dedos pra poder digitar exatamente o que eu sinto, mas agora eu nem tenho palavras.
fico até olhando pro teclado esperando aguma inspiração pra poder explicar o quanto eue estou feliz.

não vai ser fácil. mas quem quer coisas fáceis?

é tão bom virar gente grande!


oasis champagne supernova

samedi, avril 22, 2006

"if memories could be canned, would they also have expiry dates?
if so, i hope they last for centuries."



ontem fui em dois lugares pela primeira vez. novos ares, faz o maior bem.
primeiro nós (lari, renato, lucas, felipe, paulinha, uma amiga dela e a fátima) fomos pro black dog. lanchinho legal, fotos e finalmente, açaí. ah, eu não odiei, mas também não posso dizer que é a melhor coisa que já foi pensada. o negócio tem um milhão de calorias, custa caro e tem um leve (um leve?) gosto de terra. fora que não tava calor, portanto teve um certo efeito congelante de cérebro. mas não foi de todo mal...
no caminho pra rua da consolação, paramos na estação... erm... consolação e a conversa ficou estranha. a gente estava filosofando sobre o ditado "vai pela sombra". sem comentários, pra não piorar o que já foi dito lá... esse tipo de conversa rende esses sorrisos bobos que me fazem parecer louca quando essas lembranças vêm na minha cabeça nas horas mais inoportunas... uma delícia, de verdade.

o hsbc belas artes já estava um tanto quanto lotado de pessoas de tipos diferentes. cults e pseudo-cults, em sua maioria, quando a gente chegou lá. primeiro, a gente assistiu ao brasileiro achados e perdidos. assim, não sou uma fã de filmes policiais. e os filmes brasileiros parecem que têm um molde, tenho uma impressão de que a direção, os ângulos de câmeras, as falas, até mesmo os atores e por quê não o roteiro, são sempre muito iguais... não odiei, mas prefiro apreciar um açaí no frio do que pagar para ver esse filme de novo...
em seguida, o filme surpresa e mais legal da noite, o chinês amores expressos. me fez refletir sobre algumas coisas, de um jeito bom, o que é... bom. metáforas bonitinhas e, é claro, um final não só alegre, mas também feliz. acho que eu preferiria só o final alegre, mas como eu estou tão otimista hoje em dia, eu gostei de ver o final feliz. ando assistindo muitas comédias românticas (o que não é exclusivamente o caso desse filme)...
e por causa de uma dose de atraso, o francês (na verdade, europeu em geral) caché começou quando eu já estava meio que cansada. e o ritmo vagarooooosoooo dele, repetições de cenas, imagens estáticas e intermináveis, me fizeram... ahem... cochilar em alguns momentos (leia-se durante metade da exibição), o que, me disseram, foi lucro meu.

mas sair de casa já é um programa bom, sair pra ver filmes e comer lanchinhos é melhor ainda, sair com os amigos é uma coisa absurdamente feliz. por isso, eu me diverti um tantão assim.

ah, queria que rotina fosse sinônimo de dias como esse. em que a gente não pensa no que nos incomoda e se diverte só com a presença de pessoas queridas na sua vida.

the verve the rolling people

mercredi, avril 12, 2006

this feeling has to stay



hoje a gente trocou os ovos de páscoa do amigo chocolate (ou sei lá que nome vocês dão pra esse tipo de evento...)
eu tirei o gugu e a júlia me tirou. ganhei o bis e presenteei com o prestígio.
e não faço a menor idéia do porquê eu estou escrevendo isso do jeito que parece que foi uma chatisse (ou chatice?), mas me diverti demais. do tipo da quarta-feira passada, mas com alguma razão plausível pra estar com esse sorrisão idiota no rosto.
até porque terças-feiras não têm nada de especial. vai ver é porque ontem foi como sexta-feira.
e murphy realmente foi o cara. porque quando eu estou lá na faculdade, saindo da aula às 22:30, NUNCA tem NINGUÉM no chiqueirinho, nem na capela, nem na praça do prédio 9, nem na praça de alimentação, nem em lugar NENHUM do ENORME campus. justamente hoje que eu estava cercada de gente querida, o chiqueirinho estava BOMBANDO às 23:05, a praça estava lotada de gente feliz e saltitante (fora nossa turminha super lekal), tinha gente na frente da capela e não duvido que rolava uma balada forte na praça de alimentação.
mas isso nem importa, porque... oh, estou tão feliz e saltitante... e olha que nem resposta eu acho que o pessoal da entrevista vai mandar. o jeito é passar a quarta-feira (de folga) na frente do pc, procurando um trampo legal. e dessa vez, eu tenho fé que vou conseguir uma entrevista numa empresa grande e super conceituada e super lekal que tenha a ver com a MINHA área e que tenha um salário ainda mais supimpa e que dê TODOS os benefícios e que seja perto da faculdade. porque, afinal, estamos mais otimistas do que nunca.
estou até usando caps! e exclamações!

the starting line up and go

mardi, avril 11, 2006

tell me what you thought about
when you were gone
and so alone
the worst is over
you can have the best of me
we got older
but we're still young
we never grew out of this feeling
that we won't give up



bom, estou tendo meus ups and downs. e é tão psicológico que eu acredito vêemente (?) que é o amendoim doce.
estou participando de um amigo secreto de páscoa, que inclusive tem entrega pra amanhã, mas sei lá, vai ser divertidoso. quero saber quem me pegou (pouco ligo pro chocolate que eu ganhar... huahuahua!). espero que seja alguém super supimpa :)
aliás, amanhã é o última dia de aula dessa semana. :(
coisa de menina, tem dias que eu amo ir pra facul, tem dias que eu quero mais é ir embora. aliás, tem horas. cada semestre que passa parece que fica mais fácil passar pro próximo. não tenho certeza se isso é bom ou ruim.

e só pra não esquecer, tenho um carma com baratas. pra parte boa (?) ou pra parte ruim (!). o que me lembra a música que minha prima carolina me ensinou:

ninguém me ama
ninguém me quer
por isso eu vou comer ba-ra-ta!
barata frita
barata assada
soooopa de ba-ra-ta!

'ranca a cabecinha,
chupa a melequinha (slurp!)
joooooga o resto fora
(x2)


linda, né? huahuahua!
te digo, não tô passando bem.

geek é assim: my space

e tô com dois episódios de lost no pc pra poder assistir. amanhã vai ser um belo e longo dia (viu, meu otimismo ainda não foi-se por completo...)

rufio out of control

jeudi, avril 06, 2006


jealousy
tuning saints into the sea
swimming through sick lullabies
choking on your alibies
but it's just the price i pay
destiny is calling me
open up my eager eyes
'cause i'm mr(s) brightside



de verdade, nem eu esperava me sentir tão bem em tão pouco tempo.
acho que ninguém sabe direito como eu estou me sentindo, além de crianças de 5 anos. porque eu estou essencialmente feliz. do jeito que eu não preciso de nada além do que eu já tenho pra me deixar plenamente contente. e se penso no que eu preciso (não exatamente no material aliás, nada no material), eu acho que posso conseguir.
eu estou no topo do mundo. é muito esquisito, mas o melhor sentimento do mundo.
me sinto como se eu pudesse fazer qualquer coisa que eu queira.
cheguei em casa depois da facul, minha mãe me perguntou se o time dela tinha ganhado. fui lá ver. impressionante, perdeu! até o paulista de jundiaí ganhou do river plate.
aproveitei e fui ver o meu e-mail. só porque virou hábito. mas veja só, chegou a resposta da minha entrevista de emprego e meu prazo está esticado (mas não largo).
vê isso? eu até acho que vai dar tempo de fazer um trabalho legal pra entregar na sexta-feira (vulgo amanhã), mesmo com a minha mão do jeito que ela está, com minha pseudo-gripe que não vai embora e com o cabelereiro amanhã. mesmo assim, se não der tempo, eu posso entregar na segunda.

absolutamente embasbacante.

até me sinto mal com algumas coisas chatas acontecendo com os outros e eu me sentindo tão bem... nunca fui boa com timing...

eu não sei exatamente o que aconteceu comigo, foi uma epifania absurda... mas me fez um bem... até deixei meio que o projeto do portfólio (o que eu tenho que entregar na sexta) pra terminar o layout novo do blog, que eu já tinha feito ontem e que não deu tempo de passar pro html.
até gostei desse layout. esse filme é lindo, a qualquer hora.

estou com uma vontade imensa de abraçar o mundo e dar passos maiores que minha perna alcança. só porque eu sei que meus braços e pernas esticaram e que, se eu quiser, eu sou capaz de fazer isso.

the academy is... attention

lundi, avril 03, 2006

beneath the stains of time
the feelings disappear



eu sei lá porquê, mas eu ainda prefiro postar no blog do blogger (ou seja, esse mesmo) do que no livejournal. e olha que eu posto lá quase todo dia... vai entender.
eu já até fiz um layout novo pra cá porque não gostei muito desse e não consegui arrumar ele do jeito que eu queria, mas tenho certeza de que se eu colocar aquele no ar, não fica nem uma semana. mas isso não importa.

acho que vou começar a escrever um manual como ser uma nova pessoa. cansei de tentar fazer as coisas pelos outros, por causa dos outros e dependendo dos outros. parece que estou falando a mesma coisa que eu já venho falando há postagens de um ano atrás, mas é diferente.

eu sei das coisas que eu gosto, eu sei das coisas que eu não gosto. não me lembro de ter feito alguma coisa que eu não gosto por causa de qualquer coisa, mas às vezes acho que seleciono demais os meus gostos pelo de certas pessoas. só porque eu sou meio boba. e me cansei disso.

cansei de estar cansada. quero alguma coisa nova.

eu já estou diferente. já posso dizer com alguma sinceridade que sou uma pessoa organizada (apesar de certos velhos hábitos, como o de não guardar o que eu tiro do lugar, mas eu digo organizada num plano maior), sei o que eu quero, tenho os meus objetivos mais claros na minha cabeça, não sou tão acomodada, quero sempre mais do que eu posso (tipo, abraçar o mundo e dar passos maiores que a minha perna alcança) e continuo a menina cheia de morais certas que foi criada pelos meus pais. dou mais valor às coisas que antes eu acreditava serem naturais e não penso mais em tudo com uma mentalidade de uma adolescente de 15 anos que acha que tudo se resume à vida social.

crescer dá um certo trabalho... começar a ser gente grande; mas deve ser por um bom motivo. minha mãe diz que quando a gente começa a trabalhar é que vem a parte fácil. difícil é você estudar, se estruturar como pessoa. e parando pra pensar, você meio que concorda com ela. ser adulto é a coisa mais fácil. o problema é se tornar um. do jeito que você acha que deve ser. não pra todo mundo, nem pra ninguém, mas pra você mesmo.

nine inch nails sin