vendredi, mars 24, 2006

always up or down
never down and out
you dream of demons while you sleep
that make you stutter when you speak
speak now
or forever hold your peace in pieces



lembrava da época em que eu gostava de passar o endereço desse blog pro máximo número de pessoas. acho que estou ficando meio introspectiva. dou menos a cara a beter. quero mais é ter segurança de que as coisas vão dar certo.
acho que eu não tenho no inconsciente a noção de que nem tudo tem que dar certo. li isso em um lugar e percebi que é verdade. mas por alguma razão eu me recuso a acreditar nessa verdade.
quando você inicia alguma coisa, qualquer coisa mesmo, pode ser algo tão pequeno quanto cozinhar um ovo; ou tão grande quanto planejar um filho, tudo tudo pra mim tem que dar certo. qual é o sentido de se começar um projeto se você não tem intenção de que ele seja um sucesso?

mudando de assunto, eu quero dar uma volta de 180º na minha vida. talvez não de 180, mais pra 90º já seria bom. mudar de rumo, planejar coisas diferentes, ter paixões. não necessariamente no sentido de relacionamentos, mas ter paixão pelo que você faz. por algum projeto, algum desejo. não sinto que estou realizando nada. e isso traz um vazio imenso pra mim.

estou sendo metódica e prudente, e digo isso de maneira ruim. porque até agora isso não me ajudou em nada. talvez seja esse o peoblema. como diria a pepsi, arrisque mais, viva mais. será que esse é o segredo, de verdade? vamos ver.

eu me recuso a desistir.

mardi, mars 14, 2006

jeudi, mars 09, 2006

and i'm drying out
crying out
this isn't how i go
hurry now
lay me down
and let these waters flow



de vez em quando eu sinto uma onda de tristeza.
porque parece que está tudo errado.
não tudo, mas as coisinhas mais simples, porém mais importantes.
e você pode sim, sentir falta de uma coisa que nunca teve. nunca achei que isso fosse verdade, mas é. pelo menos no meu caso.

eu deveria é estar radiando. amo a minha família, amo meus amigos, posso estudar, vou pro show do oasis semana que vem.

odeio sentir falta.
eu páro pra pensar, e vejo que reclamo meio que sem fundamento. mas isso é o que eu vou ver quando (e, mais principalmente, se) qualquer uma dessas coisas acontecerem. enquanto isso, meu tempo sozinha (que é grande demais) é gasto pensando na morte da bezerra e de como minha vida seria muito melhor nesse exato momento se eu não fosse tão cabecinha.

quando é que eu vou virar gente grande?

yellowcard how i go